25.7.25

Modelo de carta para ativar o Círculo de Apoio de pacientes-clientes com risco de suicídio

Monica Leite - Psicóloga
Imagem gerada com apoio da IA

Modelo de carta para ativar o Círculo de Apoio de pacientes ou clientes com risco de suicídio

Diante de pacientes-clientes com risco de suicídio, entre as diversas intervenções que devem ser realizadas uma das mais importantes é ativar o círculo de APOIO, sempre com a ciência do paciente-cliente. É nosso dever preservar a vida acima de tudo. 

Mensagem ao Círculo de Apoio

Prezados(as),

Estamos acompanhando, a-o XXXXXXX, em um momento delicado de sua saúde emocional, com manifestações compatíveis com quadro xxxxx grave, incluindo pensamentos ruins ou ataques contra a própria vida. Diante disso, gostaríamos de contar com o apoio e a colaboração de vocês, que fazem parte de seu círculo mais próximo e significativo.

É fundamental que observem atentamente mudanças em seu comportamento, humor e falas, e que a o encorajem – com empatia e sem julgamento – a manter regularmente os tratamentos indicados, tanto na Psicologia quanto na Psiquiatria. 

E sempre que for necessário buscar emergência em saúde mental. O acompanhamento contínuo é essencial para a estabilização do quadro e para sua segurança.

Pedimos também que:
  • Evitem minimizar ou invalidar seus sentimentos. Mesmo que não compreendam totalmente, estejam presentes de forma respeitosa.
  • Mantenham um canal de comunicação aberto e acolhedor, sem pressão ou cobranças excessivas.
  • Ofereçam suporte prático e emocional, reforçando que ela não está sozinha e que há caminhos possíveis para melhora.
  • Fiquem atentos a falas de desesperança, despedidas, cartas e bilhetes ou comportamentos de isolamento extremo. 
  • Muitas vezes quando demonstram melhora no quadro clinico é quando eles tem mais força e coragem para fazer ao contra a própria vida. 
  • Se houver sinais de risco iminente, acionem imediatamente os serviços de emergência (SAMU 192 ou CVV 188).
  • Busquem sempre orientação de profissional especializado em saúde mental. 
Aproveito para reforçar um ponto importante: cuidar de alguém em sofrimento emocional pode ser desafiador e, por isso, vocês também devem cuidar de si. Não se culpem por não terem todas as respostas. O importante é caminhar juntos, com compaixão e compromisso.

Caso queiram conversar ou tirar dúvidas sobre como apoiar da melhor forma, ficamos à disposição dentro dos limites éticos e do sigilo profissional.

Com apreço e responsabilidade,




Mônica Leite
Psicóloga CRP/SP 0691797
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental e Neurociências
Gran Master em Neuropsicologia Clínica, Hipnose e Saúde Emocional
Criadora do programa Peso Feliz – Emagrecimento Consciente, Saudável e Sustentável e Mulher Digna - Fé e Renda no Digital

Nota de transparência:

Esta pesquisa inicial foi realizada por mim, e contei com o apoio de inteligência artificial para organizar o conteúdo e estruturar o texto. Todo o material foi revisado antes da publicação. Caso identifique qualquer informação incorreta ou desatualizada, entre em contato para podermos corrigir prontamente

Hospital Dia: Modalidade Intensiva de Tratamento para Saúde Mental

Monica Leite - Psicóloga
Imagem gerada com apoio da IA

Hospital Dia: Modalidade Intensiva de Tratamento para Saúde Mental

Hospital-Dia uma modalidade de tratamento de saúde que se caracteriza por:

Atendimento Parcial: O paciente recebe cuidados e terapias intensivas durante o dia, sem a necessidade de internação noturna ou nos fins de semana. Ele retorna para casa após as atividades, mantendo seu convívio familiar e social.

Público-alvo: Geralmente, é indicado para pacientes que precisam de um nível de cuidado mais intensivo do que o ambulatorial, mas que não necessitam de internação hospitalar integral. Isso pode incluir pessoas com transtornos psiquiátricos, dependência química, idosos com descompensações clínicas agudas, ou pacientes em reabilitação.

Propósito: 

Alternativa à Internação Integral: Serve como uma opção menos restritiva e mais humanizada em comparação com a internação tradicional, buscando desinstitucionalizar o cuidado.

Reabilitação e Reinserção Social: Visa a recuperação funcional do paciente, o fortalecimento de seus laços sociais e familiares, e sua reintegração à sociedade.

Redução de Custos e Riscos: Pode reduzir os custos do tratamento e os riscos de infecções hospitalares associados a internações prolongadas.

Equipe Multidisciplinar: Oferece um tratamento abrangente com a participação de diversos profissionais, como psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, entre outros.

O que é um Hospital-Dia de Saúde Mental?

Um hospital-dia é um modelo de tratamento em saúde mental que oferece cuidado intensivo durante o dia, sem a necessidade de internação integral 24 horas. O paciente frequenta a unidade durante o período diurno para receber diversas terapias e atividades, retornando para sua casa à noite e/ou nos fins de semana.

As principais características e objetivos de um hospital-dia são:
  • Alternativa à internação integral: Ele surgiu após a reforma psiquiátrica como uma opção para desinstitucionalizar o cuidado, buscando evitar a reclusão e a marginalização do paciente.
  • Foco na reabilitação e reinserção social: O objetivo principal é ajudar o paciente a recuperar suas funcionalidades, fortalecer vínculos sociais e familiares, e se reintegrar à sociedade.
  • Equipe multidisciplinar: O tratamento envolve diversos profissionais, como psiquiatras, psicólogos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, entre outros.
  • Abordagem terapêutica diversificada: As atividades podem incluir psicoterapia individual e em grupo, oficinas terapêuticas (arte, culinária, etc.), psicoeducação, atividades físicas, entre outras.
  • Manutenção do convívio familiar e social: O paciente não se desconecta completamente de seu ambiente familiar e social, o que é visto como um fator importante para a recuperação.
Implicações da Triplicação das Internações

A triplicação das internações em hospitais-dia, como apontado pela Folha de São Paulo, pode ter diversas implicações:
  1. Maior busca por tratamento: Um aumento pode indicar que mais pessoas estão buscando ajuda para problemas de saúde mental, ou que o acesso a esses serviços está melhorando.
  2. Reconhecimento da eficácia do modelo: O crescimento pode refletir a percepção de que o hospital-dia é um modelo eficaz e menos disruptivo para o paciente e sua família, comparado à internação integral.
  3. Desafios para o sistema de saúde: O aumento da demanda exige maior investimento e estrutura para garantir que o sistema de saúde, tanto público quanto privado, consiga oferecer atendimento de qualidade e em quantidade suficiente.
  4. Mudança de paradigma no tratamento: Reforça a transição de um modelo manicomial para um modelo mais humanizado e baseado na comunidade, onde o foco está na autonomia e na reinserção social do indivíduo.
  5. Aumento de transtornos mentais: Embora o hospital-dia seja uma alternativa, dados mais recentes também apontam um aumento geral nas internações por ansiedade, depressão, quadros psicóticos e estresse no Brasil, o que pode estar contribuindo para a maior procura por todos os tipos de tratamento em saúde mental.
É importante ressaltar que, apesar dos benefícios, o hospital-dia não é indicado para todos os casos. Pacientes em crise grave ou que representam risco para si ou para outros podem necessitar de internação integral.

Essa tendência mostra a crescente necessidade de atenção à saúde mental no Brasil e a busca por modelos de tratamento mais integrados e focados na qualidade de vida dos pacientes.


Referências de apoio

Hospital-dia: para quem e para quê?


Contribuição dos hospitais-dia de psiquiatria no campo da saúde mental em Quebec


A importância do Hospital-dia de Psiquiatria no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo


Mônica Leite
Psicóloga CRP/SP 0691797
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental e Neurociências
Gran Master em Neuropsicologia Clínica, Hipnose e Saúde Emocional
Criadora do programa Peso Feliz – Emagrecimento Consciente, Saudável e Sustentável e Mulher Digna - Fé e Renda no Digital

Nota de transparência:

Esta pesquisa inicial foi realizada por mim, e contei com o apoio de inteligência artificial para organizar o conteúdo e estruturar o texto. Todo o material foi revisado antes da publicação. Caso identifique qualquer informação incorreta ou desatualizada, entre em contato para podermos corrigir prontamente

Psicoeducação: Maconha e os Efeitos do THC no cérebro

Mônica Leite - Psicóloga
Imagem feita com apoio da IA

Psicoeducação: Maconha e os Efeitos do THC no cérebro. 

A abordagem da maconha deve ir além do viés religioso, moral ou criminal. A psicoeducação baseada em evidências é essencial para a prevenção, especialmente entre adolescentes e jovens adultos. Profissionais de saúde mental devem esclarecer riscos, acolher dúvidas com escuta ativa e empática, e orientar decisões conscientes, sem reforçar estigmas.

1. Introdução

A maconha (Cannabis sativa) é a substância ilícita mais consumida no Brasil e em diversos países, especialmente entre jovens e adultos com idades entre 18 e 24 anos, de acordo com dados da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD) e do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID). O consumo entre adolescentes (12 a 17 anos) é menor, mas preocupante devido à vulnerabilidade cerebral nesta fase da vida.

A planta contém mais de 400 compostos químicos, sendo o tetra-hidrocanabinol (THC) o principal responsável pelos efeitos psicoativos.

2. Efeitos Psicológicos e Cognitivos do THC

O impacto do THC sobre o sistema nervoso central varia conforme a dose, frequência, idade de início, predisposição individual a transtornos mentais e contexto sociocultural do uso. Estudos conduzidos pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e pela Universidade de Brasília (UnB) apontam que, ainda que algumas pessoas relatem sensação de relaxamento, euforia ou alteração sensorial (sons mais agradáveis, cores mais vívidas), outras podem vivenciar:
  • Ansiedade intensa, paranoia, ataques de pânico;
  • Confusão mental e alterações de percepção da realidade;
  • Efeitos adversos graves em altas doses, como alucinações visuais, auditivas e sinestésicas (por exemplo, sensação de insetos no corpo ou visões religiosas intensas);
  • Alteração da coordenação motora e do tempo de reação, o que torna perigosa qualquer atividade que exija atenção plena, como dirigir, nadar ou operar máquinas.
Exemplo prático: Um jovem que consome maconha e decide dirigir à noite pode subestimar distâncias ou não reagir adequadamente a um pedestre atravessando a rua, colocando a sua própria vida e de outras  pessoas em risco.

3. Uso Crônico e Consequências a Longo Prazo

Pesquisas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) demonstram que o uso regular e prolongado da maconha pode acarretar:
  • Comprometimento da memória de curto prazo, atenção, capacidade de julgamento e tomada de decisões;
  • Síndrome amotivacional, caracterizada pela perda de interesse em atividades sociais, acadêmicas e profissionais;
  • Aumento do risco de doenças respiratórias crônicas e câncer de pulmão, devido à presença de alcatrão em níveis semelhantes ou superiores aos do tabaco;
  • Potencial para desenvolvimento de dependência química, especialmente em pessoas que usam a substância para aliviar estresse ou fugir de situações emocionais desconfortáveis.
Exemplo prático: Adultos jovens que consomem maconha para lidar com a ansiedade durante o curso universitário relatam queda no rendimento acadêmico e dificuldade em manter rotinas estáveis, podendo abandonar estudos ou trabalho.

4. Dependência, Síndrome de Abstinência e Comorbidades

A dependência ocorre quando o uso da substância torna-se prioritário na vida do indivíduo. Nessas situações, é comum que a pessoa organize suas atividades em função do consumo e experimente sintomas de abstinência (sintomas que surgem com a interrupção do uso), tais como:
  • Irritabilidade, agitação, sudorese; 
  • Dificuldade para dormir, perda de apetite;
  • Sintomas físicos leves, como náuseas e desconforto gastrointestinal;
  • Em alguns casos, sintomas psicóticos transitórios (alucinações auditivas e visuais).
O uso continuado, principalmente entre pessoas com predisposição genética, pode precipitar ou agravar transtornos psiquiátricos como esquizofrenia, transtorno bipolar, ansiedade e depressão.

5. Conclusão e Considerações

A abordagem da maconha deve ir além do viés religioso, moral ou criminal. A psicoeducação baseada em evidências é essencial para a prevenção, especialmente entre adolescentes e jovens adultos. Profissionais de saúde mental devem esclarecer riscos, acolher dúvidas com escuta ativa e empática, e orientar decisões conscientes, sem reforçar estigmas.

Campanhas públicas, programas de prevenção e políticas integradas são fundamentais. Iniciativas como o GREA (Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas da USP) e a UNIFESP – Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (UNIAD) oferecem materiais educativos de alta qualidade e gratuitos.

Fontes e Referências

Carlini, B. H. (2011). Drogas: cartilha sobre maconha, cocaína e inalantes. Brasília: Ministério da Justiça – SENAD. https://febract.org.br/portal/wp-content/uploads/2020/04/Cartilha-sobre-maconha-coca%C3%ADna-e-inalantes.pdf

GREA – Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas – USP. Disponível em: https://www.grea.org.br

UNIAD – Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas – UNIFESP. Disponível em: https://www.uniad.org.br

CEBRID – Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas. https://www.cebrid.com.br

Universidade de Brasília (UnB), Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas.

Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Departamento de Psicobiologia.

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Programa de Pós-graduação em Psiquiatria e Ciências do Comportamento.

Mônica Leite
Psicóloga CRP/SP 0691797
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental e Neurociências
Gran Master em Neuropsicologia Clínica, Hipnose e Saúde Emocional
Criadora do programa Peso Feliz – Emagrecimento Consciente, Saudável e Sustentável e Mulher Digna - Fé e Renda no Digital

Nota de transparência:

Esta pesquisa inicial foi realizada por mim, e contei com o apoio de inteligência artificial para organizar o conteúdo e estruturar o texto. Todo o material foi revisado antes da publicação. Caso identifique qualquer informação incorreta ou desatualizada, entre em contato para podermos corrigir prontamente

Neuroplasticidade Cerebral e Esperança

Monica Leite Psicóloga
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Neuroplasticidade Cerebral e Esperança

A neuroplasticidade, ou plasticidade neural, é a capacidade que o cérebro possui de se reorganizar estruturalmente e funcionalmente ao longo da vida, por meio de alterações fisiológicas em resposta às interações com o ambiente, experiências e aprendizados. Essa habilidade inerente às células nervosas permite que o sistema nervoso se ajuste a diferentes situações, como processos de aprendizagem, recuperação de lesões, traumas ou adaptações a novas demandas cognitivas e emocionais.

Neuroplasticidade e Saúde Mental

A neuroplasticidade exerce um papel central na promoção da saúde mental, pois possibilita que o cérebro desenvolva mecanismos de enfrentamento diante de situações estressantes, além de favorecer o fortalecimento de redes neurais relacionadas à resiliência emocional, ao bem-estar e à esperança.

De acordo com a Dra. Judith T. Moskowitz, professora de Ciências Sociais Médicas da Feinberg School of Medicine, da Northwestern University (Chicago, EUA), a esperança não é uma característica inata, mas uma habilidade que pode ser cultivada ao longo da vida. Isso se deve justamente à neuroplasticidade, que permite a formação de novas conexões sinápticas e a reorganização de circuitos cerebrais associados às emoções positivas e à adaptação emocional.

A professora Moskowitz desenvolveu uma série de oito passos para promover o positivismo, inspirada na observação de que pessoas com doenças crônicas apresentam melhor prognóstico e qualidade de vida quando manifestam emoções positivas. Esses passos são:

1. Identifique e reaja positivamente: Reconheça suas emoções e busque respostas emocionais mais positivas diante das adversidades.

2. Pratique a gratidão: Valorize e agradeça pelas experiências e aspectos positivos da vida cotidiana.

3. Busque atividades que promovam bem-estar: Envolva-se em ações que tragam prazer, relaxamento e satisfação.

4. Cultive relacionamentos positivos: Estabeleça e mantenha vínculos com pessoas que ofereçam apoio emocional e promovam alegria.

5. Reduza o estresse: Utilize técnicas de relaxamento, respiração abdominal e estratégias saudáveis de enfrentamento para lidar com o estresse.

6. Durma bem: A qualidade do sono é essencial para a estabilidade emocional e a saúde mental.

7. Pratique atividade física: Mesmo atividades de baixo impacto favorecem a liberação de endorfinas, neurotransmissores que atuam na melhora do humor.

8. Mantenha-se socialmente e cognitivamente ativo: Participe de atividades que tragam sentido e propósito, fortalecendo a sensação de utilidade e pertencimento.

Estratégias para Estimular a Neuroplasticidade

Diversos recursos e atividades podem potencializar a neuroplasticidade e, consequentemente, favorecer a saúde mental, emocional e cognitiva:

  1. Musicoterapia: A exposição à música, especialmente as apresentações ao vivo ou à prática de instrumentos, estimula áreas cerebrais relacionadas às emoções, linguagem e cognição, promovendo a plasticidade neural.
  2. Ambientes Enriquecidos: Espaços com estímulos variados, como plantas, cores, texturas, sons agradáveis e elementos naturais, favorecem o bem-estar emocional e a estimulação cognitiva.
  3. Atividades Criativas: Pintura, desenho, escultura, escrita e a prática de instrumentos musicais estimulam circuitos cerebrais relacionados à criatividade e ao planejamento cognitivo.
  4. Exercícios de Memória: Jogos e atividades que desafiem a memória e o raciocínio, como quebra-cabeças, palavras-cruzadas e jogos de lógica, auxiliam na formação e fortalecimento de novas conexões sinápticas.
  5. Atividade Física Regular: Além dos benefícios físicos, o exercício estimula o crescimento de novos neurônios (neurogênese) e fortalece as conexões sinápticas, promovendo o bem-estar emocional.
  6. Aprendizagem de Novos Idiomas ou Habilidades: O aprendizado de novos idiomas ou de habilidades específicas, como tocar um instrumento ou praticar uma nova técnica artística, amplia a capacidade adaptativa do cérebro e estimula a neuroplasticidade.
  7. Cochilos Curtos (Power Naps): Pequenos períodos de sono diurno favorecem a consolidação da memória e o crescimento de espinhos dendríticos, estruturas responsáveis pela comunicação entre os neurônios.
  8. Respiração, Relaxamento e Meditação Guiada: Técnicas de respiração profunda e práticas de meditação favorecem a redução dos níveis de cortisol (hormônio do estresse), melhoram a função executiva e promovem a reorganização de circuitos cerebrais relacionados ao autocontrole, atenção e bem-estar emocional.
Como Desenvolver a Esperança

A esperança, longe de ser uma expectativa passiva, constitui-se como um recurso psicológico ativo, baseado na capacidade de estabelecer objetivos, planejar estratégias e manter a motivação diante das dificuldades. Para seu desenvolvimento, recomenda-se:
  • Praticar os oito passos de positivismo propostos pela Dra. Moskowitz;
  • Adotar atividades que promovam neuroplasticidade;
  • Cultivar relacionamentos significativos e ambientes de convivência positivos;
  • Buscar apoio espiritual ou filosófico, que auxilie na construção de sentido e propósito;
  • Praticar técnicas de relaxamento e atenção plena, favorecendo o autoconhecimento e o equilíbrio emocional.

Referências

1. Ministério da Saúde (BR). Saúde Mental em Dados – Informativo Epidemiológico. Brasília: Ministério da Saúde; 2023.

2. Fiocruz. Neuroplasticidade: como o cérebro se adapta e se transforma ao longo da vida. 2022.

3. Conselho Federal de Psicologia (CFP). Esperança e saúde mental: a importância de cultivar emoções positivas. Publicado em 2021.

4. Rede HumanizaSUS. Musicoterapia e neuroplasticidade: possibilidades terapêuticas no SUS. 2020.

5. SANTOS, Caroline et al. A importância da atividade física para a saúde mental e neuroplasticidade. Revista Brasileira de Promoção da Saúde, Fortaleza, 2021.

6. Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Ciência e Cultura. Neuroplasticidade: o cérebro que se transforma.


Mônica Leite
Psicóloga CRP/SP 0691797
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental e Neurociências
Gran Master em Neuropsicologia Clínica, Hipnose e Saúde Emocional
Criadora do programa Peso Feliz – Emagrecimento Consciente, Saudável e Sustentável e Mulher Digna - Fé e Renda no Digital

Nota de transparência:

Esta pesquisa inicial foi realizada por mim, e contei com o apoio de inteligência artificial para organizar o conteúdo e estruturar o texto. Todo o material foi revisado antes da publicação. Caso identifique qualquer informação incorreta ou desatualizada, entre em contato para podermos corrigir prontamente

ORIENTAÇÕES PSICOLÓGICAS SOBRE A DEPRESSÃO

ORIENTAÇÕES PSICOLÓGICAS SOBRE A DEPRESSÃO


ORIENTAÇÕES PSICOLÓGICAS SOBRE A DEPRESSÃO

O Modelo Cognitivo da Depressão e a Ativação Comportamental

Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), apesar de compreendermos a multiplicidade de fatores que envolve os transtornos psicológicos, também compreendemos que, por exemplo, no caso da depressão - ela se desenvolve e se mantém por meio de padrões de pensamento distorcidos, sentimentos intensamente negativos e comportamentos desadaptativos. Um dos conceitos centrais desse modelo é a tríade cognitiva da depressão, proposta por Aaron T. Beck, um dos principais teóricos da TCC.

A tríade cognitiva consiste em três formas principais de pensamento negativo que ocorrem de maneira automática, rápida e, muitas vezes, sem que o indivíduo se dê conta:

1. Visão negativa de si mesmo: se perceber como inadequado, sem valor ou incapaz. Exemplos de pensamentos: “Sou inútil”, “Não presto para nada”, “Sempre estrago tudo”.
Emoções associadas: culpa, vergonha, autocrítica excessiva.

2. Visão negativa do mundo: interpreta o ambiente e as relações como hostis, injustas ou insuportáveis. Exemplos de pensamentos: “As pessoas me rejeitam”, “O mundo é cruel”, “Nada dá certo para mim”.
Emoções associadas: raiva, medo, sensação de impotência.

3. Visão negativa do futuro: caracteriza-se por desesperança, acreditando que nada vai melhorar. Exemplos de pensamentos: “Nunca vou sair dessa situação”, “As coisas só pioram”, “Nunca serei feliz”.
Emoções associadas: desesperança, angústia, desânimo.

Essas cognições automáticas (pensamentos e imagens) influenciam diretamente o comportamento e o humor da pessoa, resultando em isolamento social, inatividade, perda de prazer e agravamento do quadro depressivo. 

Uma estratégia central no tratamento da depressão é a ativação comportamental.

O que é Ativação Comportamental?

A ativação comportamental é uma técnica estruturada da TCC que visa quebrar o ciclo da evitação e da inatividade, ajudando a se reconectar com atividades significativas e prazerosas. 

A premissa é: o comportamento influencia diretamente o humor. Assim, mesmo antes que a vontade e motivação apareça (elas tendem a não aparecer), AGIR é uma É IMPORTANTE para sentir-se melhor.

Exemplos de Ativação Comportamental

1. Reconexão com atividades de prazer e valor pessoal:
  • Caminhar no parque por 15 minutos ao final do dia.
  • Ouvir uma música que costumava gostar.
  • Recomeçar um hobby antigo, como desenhar ou cozinhar.
2. Ações voltadas para o autocuidado:
  • Tomar banho com mais atenção aos sentidos (uso de sabonete com aroma agradável, por exemplo).
  • Automassagem
  • Trocar de roupa e se arrumar mesmo sem sair de casa.
  • Organizar um pequeno espaço do quarto ou da casa.
3. Contato social gradual:
  • Enviar uma mensagem simples para um amigo próximo.
  • Responder mensagens e trocar mensagens
  • Aceitar convites breves e sem exigências emocionais, como tomar um café com um colega.
  • Participar de uma atividade em grupo (presencial ou online), como uma oficina, grupo de apoio ou encontro na igreja.
4. Metas pequenas e realistas:
  • Levantar-se mais ou menos no mesmo horário todos os dias, mesmo que seja difícil.
  • Preparar uma refeição simples em casa.
  • Fazer uma lista de três tarefas simples para cumprir na semana ou no dia e riscar à medida que forem realizadas. Ex: Arrumar a gaveta do armário. 
É IMPORTANTE...
  • Comece com passos pequenos. Não espere “estar bem” para agir — agir é o que leva a se sentir melhor.
  • Foque em atividades que, antes da depressão, eram importantes ou prazerosas.
  • Registre em diário, agenda ou caderno o que o que fez, como se sentiu e o que aprendeu e o que incomodou.
  • Não se culpe pelos dias difíceis. Recomeçar faz parte do processo.
Indicação de leitura complementar:

“Controlando a depressão com TCC para Leigos”, de Rhena Branch e Rob Willson. Obra acessível e didática, voltada para o público em geral, com exemplos práticos e técnicas baseadas em evidências científicas.

Mônica Leite
Psicóloga CRP/SP 0691797
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental e Neurociências
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Nota de transparência:

Esta pesquisa inicial foi realizada por mim, e contei com o apoio de inteligência artificial para organizar o conteúdo e estruturar o texto. Todo o material foi revisado antes da publicação. Caso identifique qualquer informação incorreta ou desatualizada, entre em contato para podermos corrigir prontamente

9.6.25

🧐 TDAH é deficiência? No ENEM tem direito a recursos? O que dizem os especialistas e o que muda na prática 🧠

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TDAH é deficiência? O que dizem os especialistas e o que muda na prática

Uma das grandes riquezas da minha pós em Neurociências na UNIFESP é, sem dúvida, o privilégio de aprender com professoras que vivem o que ensinam. E o melhor: que nos provocam a pensar além dos rótulos prontos. Em uma aula recente, um tema me pegou de jeito — e hoje quero dividir isso com você, que me acompanha aqui no blog, sempre em busca de informação com propósito.

A pergunta que surgiu foi: Quem tem TDAH é considerado uma pessoa com deficiência? Se sim, de que tipo estamos falando?

Essa dúvida é mais comum do que parece — e merece ser tratada com responsabilidade, embasamento e humanidade.

TDAH: O que é, afinal?

O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) está classificado entre os Transtornos do Neurodesenvolvimento, segundo o DSM-5 — o manual diagnóstico internacionalmente usado por profissionais da saúde mental. Compartilha espaço com outros diagnósticos, como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a Dislexia.

Mas atenção: estar no DSM-5 não significa que o TDAH seja legalmente considerado uma “deficiência” nos termos usados pela legislação brasileira.

E então: é ou não é uma deficiência?

Do ponto de vista legal, o TDAH não é reconhecido como deficiência no Brasil. A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI – Lei 13.146/2015) restringe esse reconhecimento a deficiências físicas, sensoriais (como auditiva ou visual), intelectuais e múltiplas.

Isso significa que pessoas com TDAH não têm acesso automático a cotas em concursos públicos, universidades ou políticas afirmativas voltadas às deficiências legalmente estabelecidas.

Mas... e os recursos no ENEM? Como funciona?

Mesmo não sendo classificado como deficiência, o TDAH implica desafios reais, especialmente no ambiente escolar e acadêmico. Por isso, estudantes com TDAH têm direito a recursos de acessibilidade no ENEM e em outras provas públicas. Entre as possibilidades estão:
  • Tempo adicional
  • Sala com menos estímulos
  • Intervalos para descanso
  • Acompanhamento especializado
Esses recursos são garantidos pelas diretrizes do INEP, desde que haja laudo ou documentação comprobatória. O objetivo? Não é dar vantagem. É promover equidade — ou seja, permitir que o candidato possa mostrar seu conhecimento em condições justas.

O que diz o Conselho Federal de Psicologia?

Desde 2014, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) vem debatendo o tema com bastante critério. O órgão alerta para o risco de diagnósticos apressados e da patologização (rotular como doença e incapacidade) comportamentos naturais, especialmente na infância. A tal da neurodiversidade. 

A posição do CFP é clara:

👉"Diagnosticar não é rotular, é escutar. É acolher a singularidade com responsabilidade clínica, humanidade e ética."

A orientação é trabalhar com práticas educacionais inclusivas, considerando as reais necessidades do sujeito — e não apenas etiquetas clínicas.

E o que a UNIFESP tem feito?

Na UNIFESP — e em várias universidades públicas e privadas (sejam antigas ou novas) e sérias — há uma abordagem sensível e crítica. Por exemplo na UNIFESP O Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI) da instituição realiza avaliações individualizadas e, diante da documentação adequada (laudos, relatórios multiprofissionais etc.), oferece suporte específico aos estudantes com TDAH. Essa lógica evita generalizações e promove o que realmente importa: a inclusão com sentido e efetividade.

Um futuro possível: Projeto de Lei em tramitação

Existe esperança institucional, e ela já está no papel. Está em tramitação na Câmara dos Deputados um Projeto de Lei que visa criar a Política Nacional de Proteção dos Direitos das Pessoas com TDAH.

Inspirado na legislação sobre o TEA, o projeto busca garantir:
  • Atendimento educacional especializado
  • Acompanhamento terapêutico
  • Acessibilidade em serviços públicos
  • Ações de conscientização
A proposta pode representar um avanço real na valorização das diferenças cognitivas e comportamentais dentro das políticas públicas.

Fechando este bate papo:

✅ O TDAH não é considerado deficiência legal no Brasil, mas é um transtorno do neurodesenvolvimento.
✅ Pessoas com TDAH têm direito à acessibilidade em avaliações como o ENEM, mediante documentação técnica.
✅ O debate coletivo sobre inclusão, rótulos e patologização precisa continuar — com ética, ciência e diálogo.
✅ Projetos de lei podem mudar o cenário e garantir direitos com mais clareza.
Palavra final: mais que diagnóstico, você é possibilidade e potencialidade. 

Se você tem TDAH — ou convive com alguém que tem — saiba: você não está só. A ciência avança. A escuta ética está ganhando espaço. E, aos poucos, a sociedade começa a entender que pensar diferente não é problema — é potência.

Buscar apoio, tratamento, adaptações e informação não é sinal de fraqueza. É um ato de coragem e amor-próprio.

Continue firme. Continue sendo você — com todas as cores, intensidades e jeitos de aprender e viver.

A neurodiversidade é real. E é hora de dar a ela o respeito, o cuidado e a luz que merece.

Referências e Leitura Complementar:







Mônica Leite
Psicóloga CRP/SP 0691797
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental e Neurociências
Gran Master em Neuropsicologia Clínica, Hipnose e Saúde Emocional
Criadora do programa Peso Feliz – Emagrecimento Consciente, Saudável e Sustentável e Mulher Digna - Fé e Renda no Digital

Nota de transparência:

Esta pesquisa inicial foi realizada por mim, e contei com o apoio de inteligência artificial para organizar o conteúdo e estruturar o texto. Todo o material foi revisado antes da publicação. Caso identifique qualquer informação incorreta ou desatualizada, entre em contato para podermos corrigir prontamente

5.6.25

🧠 TDAH e Inclusão: Definição e benefícios de exercício e meditação em crianças e adolescentes🤸

Imagem feita com apoio da IA

👋Olá, pessoal! 

💡Preparei com muito carinho uma micro-série sobre TDAH — após ter tido uma aula maravilhosa na UNIFESP, esta micro foi organizada por mim com o apoio da IA — para te ajudar a entender melhor esse transtorno do neurodesenvolvimento 🧠. 

Aqui você vai encontrar um resumo claro, com informações essenciais e baseadas em estudos atuais. E tem mais: também deixei um áudio-resumo pra quem prefere ouvir no corre-corre do dia. 🎧

Ah, e não guarda só pra você, não! Compartilha com quem pode se beneficiar desse conteúdo — conhecimento bom é conhecimento espalhado! 💬✨

E aproveita pra seguir o meu blog! De tempos em tempos, deixo por aqui umas pérolas de conhecimento que podem iluminar sua mente e aquecer seu coração. 💎🧡  

Nos vemos por aqui! 😉

🧠Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

O texto do National Institute of Mental Health (NIMH) fornece uma visão geral abrangente do Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH). Ele explica o que é TDAH, descrevendo seus sintomas principais, como desatenção, hiperatividade e impulsividade, e observa que esses comportamentos são frequentes e ocorrem em múltiplas situações para pessoas com o transtorno. 

O documento também detalha por que o NIMH estuda o TDAH, apontando a prevalência do transtorno em crianças e sua coocorrência com outras condições, o que pode dificultar o diagnóstico e tratamento. Além disso, a fonte discute como a pesquisa do NIMH aborda o TDAH, investigando suas causas, perfis comportamentais e tratamentos, incluindo terapias existentes e novas tecnologias. Por fim, o texto oferece recursos adicionais para aprender mais sobre o TDAH, encontrar ajuda e apoio, e explorar ensaios clínicos.

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🧠 TDAH: Exercício e Meditação em Crianças. Impacto Diferencial

Este artigo de pesquisa original, publicado em 14 de junho de 2021, examina o impacto diferenciado de breves sessões de exercícios físicos e meditação mindfulness no funcionamento executivo e bem-estar psicoemocional de crianças e jovens com TDAH. Pesquisadores do Canadá investigaram 16 participantes de 10 a 14 anos, comparando os efeitos de 10 minutos de exercício, 10 minutos de meditação mindfulness e 10 minutos de leitura (controle). 

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Os resultados sugerem que a meditação mindfulness aprimora o funcionamento executivo, incluindo controle inibitório e memória de trabalho, enquanto o exercício agudo melhora o humor positivo e a autoeficácia nesse grupo. O estudo conclui que essas intervenções comportamentais de curta duração podem oferecer benefícios específicos para diferentes aspectos do TDAH, abrindo caminho para estratégias personalizadas.

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🧠 TDAH: Acessibilidade no Ensino Superior

O documento "Acessibilidade para Estudantes com Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade: Orientações para o Ensino Superior" é um e-book, volume 1, 1ª edição, publicado em acesso aberto sob licença Creative Commons. Escrito pela Prof.ª Dr.ª Marli Vizim e Prof.ª Dr.ª Marisa Sacaloski, este trabalho aborda o Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH), definindo seus conceitos, características e tipos, bem como as legislações pertinentes no Brasil que visam garantir a inclusão educacional. 

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O texto também oferece orientações detalhadas para educadores e instituições de ensino superior sobre como construir um processo de inclusão eficaz para alunos com TDAH, incluindo a criação de planos de trabalho individualizados e a implementação de estratégias pedagógicas que promovam o sucesso acadêmico e social desses estudantes. Além disso, discute os desafios enfrentados por estudantes universitários com TDAH, ressaltando a importância do apoio pedagógico e da valorização de seus avanços.

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💊Atentah: Monografia da Atomoxetina

O documento apresenta uma monografia detalhada sobre o produto Atentah, que contém atomoxetina. Inicia com uma visão geral do Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH), abordando sua prevalência, diagnóstico e etiologia, incluindo fatores genéticos e ambientais. A seguir, o texto descreve o tratamento farmacológico do TDAH, com foco na atomoxetina, explicando seu mecanismo de ação como inibidor seletivo da recaptação de noradrenalina e dopamina no córtex pré-frontal. São apresentadas informações técnicas resumidas do produto, como absorção, metabolismo, excreção e posologia para diferentes faixas etárias. Por fim, a bula do Atentah detalha as apresentações das cápsulas, seus componentes e informações cruciais para profissionais de saúde, incluindo dados sobre segurança, reações adversas e precauções.

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