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30.11.25

🚨Como Agem os Abusadores? Proteja. Oriente. Denuncie: Disque 100

As imagens deste blog são ilustrações criadas com apoio de IA. 
Elas não representam pessoas reais, nem fazem uso indevido de imagens de terceiros.

Como Agem os Abusadores?

Proteja. Oriente. Denuncie: Disque 100

O abuso sexual infantil não começa no ato — ele começa na manipulação, no silêncio e na vulnerabilidade explorada. Compreender como abusadores operam é uma forma de fortalecer famílias, escolas, igrejas e comunidades. A Psicologia Social mostra que a violência sexual é um fenômeno relacional e intencional; a Neurociência esclarece que crianças, por estarem em pleno desenvolvimento cerebral, são especialmente vulneráveis à influência emocional e à coerção de adultos.

Quem são as vítimas mais comuns?

  • Bebês, crianças e adolescentes.
  • Crianças afetivamente carentes, isoladas ou que buscam aprovação dos adultos.
  • Crianças muito submissas, com pouca supervisão ou cujos relatos não costumam ser levados a sério.

Esses fatores não culpabilizam a vítima; apenas indicam como manipuladores escolhem alvos mais fáceis de controlar.

Como abusadores se aproximam? (Processo de Grooming)

Antes do abuso, há um processo lento e calculado para conquistar confiança:

1. Aproximação emocional

  • Conversas frequentes, elogios, “carinhos” aparentemente inocentes.
  • Atenção exclusiva para gerar sensação de importância.

2. Redução das barreiras

  • Pequenos toques “acidentais”.
  • Tentativas de afastar a criança de adultos de confiança.
  • Jogos que simulam intimidade ou contato físico.

3. Sexualização gradual

  • Piadas de teor sexual.
  • Perguntas sobre o corpo.
  • Exposição a imagens e vídeos para testar curiosidade e reação.
  • Pequenas carícias nos órgãos genitais para verificar limites.

Esse processo altera o funcionamento emocional da criança: o cérebro em desenvolvimento ainda não consegue identificar coerção, manipulação ou risco real.

Quais “armas” o abusador usa?

  • Autoridade (adulto, líder, professor, familiar, cuidador).
  • Medo: “se você contar, alguém vai se machucar”.
  • Culpa: “você deixou isso acontecer”.
  • Vergonha: “ninguém vai acreditar em você”.

A Psicologia Social demonstra que crianças tendem a obedecer figuras de autoridade, mesmo quando se sentem desconfortáveis. A Neurociência reforça que o medo crônico reduz a capacidade da criança de pedir ajuda.

Como orientar uma criança de forma protetiva

  • Ensine que “partes íntimas ninguém toca”, exceto em situações de cuidado (médico, higiene) e sempre acompanhada por um responsável.
  • Ensine a dizer não, a afastar-se e a pedir ajuda imediatamente.
  • Reforce que nunca é culpa da criança.
  • Explique que segredos sobre o corpo nunca devem ser guardados.
  • Garanta que ela sempre poderá voltar e contar, mesmo que tenha sentido medo ou vergonha.
  • Deixe claro que não importa o que aconteça, você estará ao lado dela para enfrentar qualquer situação ruim. 

Atenção máxima para sinais

Se seu filho(a) disser algo que sugira abuso — mesmo que pareça estranho, confuso ou improvável — leve a sérioInvestigue com calma, acolha e procure apoio profissional. Muitas crianças silenciam por acreditar que serão desacreditadas ou culpadas.

Denuncie

Qualquer suspeita de abuso é motivo suficiente para acionar a rede de proteção:

📞 Disque 100 (Direitos Humanos)
📞 Conselho Tutelar local
🚨 Delegacia especializada

Referências brasileiras confiáveis

  1. Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania — Guia de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes.

  2. Conselho Federal de Psicologia — Produções e Notas Técnicas sobre Violência Sexual Infantil.

  3. Sociedade Brasileira de Pediatria — Manual de Abordagem do Abuso Sexual na Infância (SBP).


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Mônica Leite 
Psicóloga CRP/SP 0691797
Terapia Cognitivo Comportamental, Dependência Química e Neurociências
Gran Master em Neuropsicologia Clínica, Hipnose e Saúde Emocional
Criadora da Missão Mulher Digna - Fé e Renda no Digital
Criadora do Peso Feliz – Emagrecimento Consciente, Saudável e Sustentável

Nota de transparência:

As imagens deste blog são ilustrações criadas com apoio de IA. Elas não representam pessoas reais, nem fazem uso indevido de imagens de terceiros.

As matérias e pesquisas deste blog são realizadas por mim, com o apoio de inteligência artificial para organizar o conteúdo e estruturar o texto. Todo o material foi revisado antes da publicação. Caso identifique qualquer informação incorreta ou desatualizada, entre em contato para podermos corrigir prontamente.

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