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28.11.25

🦄A Morte de um Unicórnio: o que esse filme revela sobre nós?

Monica Leite - Psicóloga
Imagem: Divulgação / A24 – A Morte de um Unicórnio


A Morte de um Unicórnio: o que esse filme revela sobre nós?

Uma análise pela Psicologia Social, Neurociência e princípios do Novo Testamento

Palavras-chave: psicologia social, neurociência, fé cristã, comportamento humano, filme A Morte de um Unicórnio, crítica social, ética, responsabilidade coletiva.

✨🦄✨ Quando o cinema espelha a alma humana

O filme A Morte de um Unicórnio parece, à primeira vista, apenas uma aventura excêntrica com elementos de fantasia. No entanto, quando olhamos pela lente da Psicologia Social, da Neurociência e dos valores do Novo Testamento, percebemos algo muito maior:

um espelho das nossas escolhas, motivações e da forma como lidamos com poder, verdade, ganância e responsabilidade moral.

Este não é apenas um filme — é um convite a refletir sobre quem nos tornamos quando estamos diante do extraordinário.

1. Psicologia Social: ninguém é neutro diante do poder

O comportamento dos personagens diante da criatura rara segue princípios clássicos da Psicologia Social:

1.1. Pressão social e conformidade

Quando algo de alto valor aparece, surge imediatamente a influência do grupo:

  • Quem deve decidir?
  • Quem tem mais direito?
  • Quem tem mais poder?

A busca por aprovação e pertencimento faz personagens adotarem condutas que não teriam sozinhos —como exatamente demonstrado por Asch, Milgram e tantos outros pesquisadores.

Reflexão para o leitor: Quantas vezes você fez algo só porque “todo mundo estava indo na mesma direção”?

2. Moralidade: escolhas revelam o coração

O Novo Testamento oferece princípios claros sobre ética, verdade e responsabilidade do próximo. Em diversos momentos, os personagens têm a chance de escolher entre:

  • proteger o indefeso
  • ou explorar aquilo que encontraram
  • agir com compaixão
  • ou ceder à cobiça

Isso nos remete a textos como Mateus 6, quando Jesus fala sobre onde está nosso tesouro, ali também estará o nosso coração.

O filme revela, de forma simbólica, o conflito eterno entre: ganhar vantagem
versus agir com integridade.

3. Neurociência: por que o cérebro se fascina com o raro e o proibido

A ciência explica perfeitamente o fascínio dos personagens pelo “unicórnio”.

3.1. Sistema dopaminérgico e a busca pelo extraordinário

Toda vez que nosso cérebro identifica algo raro, valioso ou inesperado, ele libera dopamina. Isso aumenta:

  • a sensação de urgência
  • o impulso
  • a percepção de risco como “aceitável”

Assim, o filme mostra como o extraordinário altera a tomada de decisão e reduz nosso senso crítico.

3.2. Racionalização e autoengano

A neurociência também explica como as pessoas criam justificativas para ações que, eticamente, não fariam. É o fenômeno da dissonância cognitiva.
  • “Se eu fizer isso, é pelo bem maior.”
  • “Não é tão errado assim…”

O filme expõe esse conflito de forma quase didática.

Monica Leite Psicóloga
Imagem criada com apoio da IA

4. Crítica social: quando a ambição substitui a compaixão

O unicórnio funciona como metáfora para qualquer recurso valioso na sociedade:

  • dinheiro
  • status
  • poder
  • reconhecimento
  • oportunidades raras

A forma como cada personagem reage revela prioridades, valores o que realmente governa o coração.

E a crítica que o filme faz, ainda que sutil, é contundente:

  • O problema não é o “unicórnio”.
  • O problema é o que as pessoas fazem por ele.

Monica Leite Psicóloga
Imagem criada com apoio da IA

5. O que você pode aprender com esse filme, além do entretenimento

5.1. Questione impulsos

Antes de decidir, respire. Observe se é dopamina falando ou sabedoria.

5.2. Não siga a multidão — siga princípios e valores

Consciência, fé e ética precisam guiar suas escolhas.

5.3. Riqueza sem valores e responsabilidade destrói

  • O Novo Testamento é claro sobre mordomia.
  • A biblia associa riquezas divinas com generosidade e compaixao. 
  • Dizimos e ofertas, são oportunidades para receber mais do que se deu. 
  • Aquilo que recebemos deve gerar vida, não abuso.

5.4. O raro não deve ser explorado — mas honrado

Isso vale para pessoas, para animais, para oportunidades e para dons espirituais.

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Mônica Leite 
Psicóloga CRP/SP 0691797
Terapia Cognitivo Comportamental, Dependência Química e Neurociências
Gran Master em Neuropsicologia Clínica, Hipnose e Saúde Emocional
Criadora da Missão Mulher Digna - Fé e Renda no Digital
Criadora do Peso Feliz – Emagrecimento Consciente, Saudável e Sustentável

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As matérias e pesquisas deste blog são realizadas por mim, com o apoio de inteligência artificial para organizar o conteúdo e estruturar o texto. Todo o material foi revisado antes da publicação. Caso identifique qualquer informação incorreta ou desatualizada, entre em contato para podermos corrigir prontamente.

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